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Pompeia no século I d.C. vivia uma época próspera. Era uma cidade rica, baseada no comércio. De repente, em 62 d.C., um terremoto destruiu quase completamente a cidade. Os pompeianos não sabiam que aquilo era apenas um aviso do vulcão, que explodiria 17 anos depois, soterrando a cidade sob cerca de 7 metros de lapilli e cinzas. Pompeia só seria trazida à luz no século dezoito, quando, com o rei Carlos de Bourbon, começariam as escavações sistemáticas. No decorrer do século XIX, o arqueólogo Giuseppe Fiorelli descobriria a técnica dos moldes de gesso, que nos revelaria as expressões de terror nos rostos dos antigos habitantes da cidade, surpreendidos subitamente pela fúria do vulcão. Atualmente, é possível visitar cerca de 2/3 dos 66 hectares da superfície total de Pompeia. Percurso pré-estabelecido ou sob pedido.
Escavações de Pompeia, o Fórum
Escavações de Pompeia, o Fórum

Herculano era o local de férias de muitos nobres da antiguidade. Situada a apenas 15 km do Vesúvio, oferece, e oferecia aos proprietários das vilas da época, uma vista deslumbrante sem igual. Assim como Pompéia, Herculano também foi destruída pela erupção do vulcão em 79 d.C., que a cobriu, porém, não com lapilli e cinzas como Pompéia, mas com lama e material piroclástico. A extensão das escavações é muito limitada (apenas 4 hectares), mas o material piroclástico permitiu uma melhor conservação dos afrescos e mosaicos das termas e das domus, em comparação com Pompéia. Em Herculano é possível, ainda, ver os esqueletos dos habitantes que, no momento da erupção, tentaram encontrar refúgio sob os fornos, na antiga praia.
Escavações de Herculano
Escavações de Herculano

As escavações de Oplonti compreendem uma única villa, a Villa di Poppea, que provavelmente pertencia à esposa de Nero, em um primeiro momento. A villa é totalmente visitável, podem-se reconhecer os ambientes do átrio, a cozinha, a sala de jantar, as termas e o jardim, bem como a piscina, que no momento da erupção estava em fase de restauração.
Afresco na Villa di Poppea, escavações de Oplonti
Afresco na Villa de Poppea, escavações de Oplonti

Em Stabia, a atual Castellammare di Stabia, é possível visitar três das seis vilas que ficavam no planalto de Varano na época romana e que foram destruídas, assim como as de Oplonti, Pompeia e Herculano, pela erupção do Vesúvio. As três vilas que podem ser visitadas são Villa Arianna, o chamado Segundo Complexo e Villa San Marco. A antiga Stabiae era escolhida por muitos patrícios romanos, na época, como local de veraneio, e algumas vilas tinham acesso direto ao mar. Venha descobrir as ricas decorações, você ficará inebriado com sua beleza.
Afresco, vilas de Stabia
Afresco, vilas de Stabia

Visita guiada para descobrir os principais tesouros do MANN - Museu Arqueológico Nacional de Nápoles.
Coleção Farnese, Mosaicos, Salão da Meridiana e mais. O Palácio do Museu Arqueológico Nacional, anteriormente cocheira e depois Palácio dos Estudos de Nápoles, tornou-se museu com Fernando I de Bourbon, em 1816, que decidiu reunir dentro do edifício a coleção Farnese, herdada de seu pai Carlos de Bourbon, e os achados das cidades de Pompeia, Herculano, Stabia e Oplontis, destruídas pela erupção do Vesúvio em 79 d.C. O Museu Arqueológico Nacional de Nápoles inclui várias seções permanentes (Coleção Farnese, Villa dei Papiri, Salão da Meridiana, Usos e objetos da vida cotidiana, Afrescos, Numismática, Mosaicos, Seção Egípcia, Templo de Ísis, Seção Epigráfica...) e diversas exposições temporárias.
Afresco, Museu Arqueológico de Nápoles
Afresco, Museu Arqueológico de Nápoles

Encontro na entrada do Museu Arqueológico, vamos descobrir, na seção Magna Grécia do museu, as influências da cultura grega nas colônias do sul da Itália, na época pré-romana.
Vocês sabem como eram feitos os vasos de figuras vermelhas? E os de figuras negras? Quais são as representações preferidas para os túmulos da Magna Grécia? Que tipo de joias eram usadas?
Vamos descobrir os tesouros de Ruvo, Metaponto, Paestum e de muitas outras colônias gregas.
A seção inclui 14 salas com pisos de mosaico que datam da época romana, por isso é necessário adquirir calçados descartáveis no museu.
Seção Magna Grécia, MANN
Seção Magna Grécia, MANN

O nome original de Paestum é Poseidonia. Foram os gregos, de fato, que fundaram a cidade por volta de 600 a.C., e ergueram os templos que ainda hoje vemos no parque arqueológico. Eles eram dedicados às divindades: provavelmente a Hera o templo mais antigo, considerado por muito tempo uma Basílica, a Poseidon (ou a Zeus?) o templo atualmente em melhores condições de conservação, a Atena o templo em posição mais elevada. Somente no início do século XX, porém, graças a uma intuição do arqueólogo Spinazzola, começou-se a escavar para encontrar o restante da cidade, com o fórum, o anfiteatro, a zona habitacional etc. Paestum conserva as marcas dos vários povos que a governaram: os gregos, os lucanos e depois os romanos. Depois de visitar a área arqueológica, visitamos o museu, onde estão conservadas as métopas dos templos, as estatuetas votivas e os objetos de enxoval encontrados nas tumbas de toda a zona do Gaudo. Entre todas, a mais famosa é certamente a Tumba do Mergulhador, uma tumba grega do início do século V a.C.
Templo de Atena em Paestum
Templo de Atena em Paestum

Nullus in orbe sinus Baiis praelucet amoenis (Orazio). Nenhuma enseada no mundo brilha como a amena Baia. E devia ser realmente assim, para os antigos romanos, que justamente em Baia, considerada na época um lugar de tentações e perdição, mandaram construir suas vilas. Também o atual Parque Arqueológico das Termas de Baia era uma vila imperial, e durante a visita poderemos observar as estratificações que se sobrepuseram ao longo do tempo. O panorama que se aprecia ainda hoje do parque é algo de tirar o fôlego. As antigas termas romanas eram compostas por ambientes como o frigidarium (com água fria), o tepidarium (com água a cerca de trinta graus) e o calidarium (com água a sessenta graus). Dentro do parque arqueológico é possível visitar as salas termais, antigamente consideradas templos, como o "templo de Mercúrio", o "templo de Vênus" e o "templo de Diana".
Termas de Baia
Termas de Baia

O palácio do Museu de Capodimonte começou a ser construído em 1738, por vontade de Carlos de Bourbon, que confiou ao arquiteto Antonio Medrano a tarefa de construir no alto da colina um palácio que pudesse acolher o patrimônio herdado de sua mãe, Elisabetta Farnese. Tornado museu apenas em 1957, hoje abriga mais de vinte mil objetos, distribuídos entre o Apartamento histórico, Galeria Farnese, Galeria Napolitana, Galeria do Século XIX, coleção de Arte Contemporânea e Gabinete de Desenhos e Gravuras. Através de uma seleção de pinturas, porcelanas, vidros, marfins, esculturas e móveis do apartamento, visitaremos as seções do museu. Percurso pré-estabelecido ou sob pedido.
Museu de Capodimonte
Museu de Capodimonte

Provavelmente construído na época flaviana, o maior anfiteatro de Pozzuoli é a terceira arena da Itália em tamanho. A tradição conta que ali São Januário, o principal padroeiro de Nápoles, junto com seus companheiros, foi exposto ad bestias, mas conseguiu salvar-se, pois os leões que deveriam devorá-lo ajoelharam-se ao seu lado. O anfiteatro viveu um período de esplendor, mas depois entrou em declínio no século IV, e permaneceu abandonado por muito tempo. Somente com Fernando II de Bourbon, em 1839, iniciaram-se as atividades de recuperação, que duraram até a metade do século passado com as escavações conduzidas por Amedeo Maiuri. Vamos descobrir a estrutura do anfiteatro: a arena, onde ocorriam as lutas, e a plateia, dividida em summa cavea, media cavea e ima cavea, e os subterrâneos, onde se pode ver o sistema de elevação através do qual os animais eram conduzidos à arena.
Anfiteatro de Pozzuoli, Nápoles
Anfiteatro de Pozzuoli, Nápoles
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